Te amo mesmo, talvez pra sempre. Mas nem por isso eu deixo de ser feliz ou viver minha vida. Foda-se esse amor. E foda-se você. Tati B.

Te amo mesmo, talvez pra sempre. Mas nem por isso eu deixo de ser feliz ou viver minha vida. Foda-se esse amor. E foda-se você.

Tati B.

Pra ser sincero não espero que você minta. Não se sinta capaz de enganar, quem não engana a si mesmo… Nós dois temos os mesmos defeitos. Sabemos tudo a nosso respeito. Somos suspeitos de um crime perfeito, mas crimes perfeitos não deixam suspeitos (…) Um dia desse, num desses encontros casuais,talvez a gente se encontre, talvez a gente encontre explicação. Um dia desses, num desses encontros casuais, talvez eu diga: -Meu amigo, pra ser sincero, prazer em vê-lo! Até mais! Engenheiros do Hawaii

Pra ser sincero não espero que você minta. Não se sinta capaz de enganar, quem não engana a si mesmo… Nós dois temos os mesmos defeitos. Sabemos tudo a nosso respeito. Somos suspeitos de um crime perfeito, mas crimes perfeitos não deixam suspeitos (…) Um dia desse, num desses encontros casuais,talvez a gente se encontre, talvez a gente encontre explicação. Um dia desses, num desses encontros casuais, talvez eu diga:
-Meu amigo, pra ser sincero, prazer em vê-lo! Até mais!

Engenheiros do Hawaii

Não estou aqui porque quero te contar algo. Pelo contrário, estou escrevendo justamente pra que você não saiba do que estou sentindo, não saiba do que eu quero te dizer, não dessa vez, não hoje. Não quero que você saiba que eu ainda penso em tudo que poderia ter sido, mas não foi. Ainda penso nos dias, tardes e noites que eu formulei frases que eu, na verdade, gostaria de ouvir, na minha mente. Trago comigo recordações ótimas, que anulam as ruins e péssimas, que anulam as boas. Não consigo parar de pensar no quanto eu tentei, no quanto e como eu fiz tudo que fiz, por um simples e titânico querer. E no quanto você fez também. Ambos cedo demais ou tarde demais ou no tempo errado demais ou num tempo que não quis nos ajudar ou num tempo que não nos ajudamos de uma forma inteira. Inteiro. Inteiro sim, já lhe disse: Nada de metades. Metades são sempre falhas e poucas e tão-queridas-quanto-nada, por mim. Estou escrevendo, porque não quero que você saiba o quanto esse seu novo jeito de ser me dói, me atravessa, e que nesses meses todos + 20 dias, com happy hours e breaks, eu mergulhei fundo na procura de algo que faltava. Não sei se em mim, não sei se em você. Algo-que-faltava. Não quero que você saiba que semana passada e hoje eu chorei ao ver sua foto e chorei ao dizer seu nome e chorei ao ver que durante esse tempo todo eles -a sua foto, o seu nome e a minha foto e o meu nome-, são ditos e vistos e lidos com tanta distância, ainda que em várias situações tenham sido colocados juntos. Mas foram colocados em três, não em dois. Eu-Vazio-Você. E isso é monótono. Isso é distante. Particularmente: sem intensidade. Não quero que você saiba que eu mesmo frustrei várias e várias tentativas de separação. Nossa sepração. Porque apesar de o “vazio” ser visto e sentido eu definitivamente preferi ele, do que o “sempre”. Eu-Sempre-Você. Sempre é muito tempo, sempre nos distanciaria demais e eu nunca o consegui suportar. Nunca consegui, porque nunca quis suportá-lo, concretizá-lo. Não quero que você saiba que vezenquando (Eufemismo me ajudando, como de costume) eu te cuido de longe, te cuido daqui. É assim mesmo “quero ver você maior, meu bem pra que minha vida siga adiante”. Estou escrevendo porque não quero que você saiba que eu (ainda) te amo. Amanda Cohen

Não estou aqui porque quero te contar algo. Pelo contrário, estou escrevendo justamente pra que você não saiba do que estou sentindo, não saiba do que eu quero te dizer, não dessa vez, não hoje. Não quero que você saiba que eu ainda penso em tudo que poderia ter sido, mas não foi. Ainda penso nos dias, tardes e noites que eu formulei frases que eu, na verdade, gostaria de ouvir, na minha mente. Trago comigo recordações ótimas, que anulam as ruins e péssimas, que anulam as boas. Não consigo parar de pensar no quanto eu tentei, no quanto e como eu fiz tudo que fiz, por um simples e titânico querer. E no quanto você fez também. Ambos cedo demais ou tarde demais ou no tempo errado demais ou num tempo que não quis nos ajudar ou num tempo que não nos ajudamos de uma forma inteira. Inteiro. Inteiro sim, já lhe disse: Nada de metades. Metades são sempre falhas e poucas e tão-queridas-quanto-nada, por mim. Estou escrevendo, porque não quero que você saiba o quanto esse seu novo jeito de ser me dói, me atravessa, e que nesses meses todos + 20 dias, com happy hours e breaks, eu mergulhei fundo na procura de algo que faltava. Não sei se em mim, não sei se em você. Algo-que-faltava. Não quero que você saiba que semana passada e hoje eu chorei ao ver sua foto e chorei ao dizer seu nome e chorei ao ver que durante esse tempo todo eles -a sua foto, o seu nome e a minha foto e o meu nome-, são ditos e vistos e lidos com tanta distância, ainda que em várias situações tenham sido colocados juntos. Mas foram colocados em três, não em dois. Eu-Vazio-Você. E isso é monótono. Isso é distante. Particularmente: sem intensidade. Não quero que você saiba que eu mesmo frustrei várias e várias tentativas de separação. Nossa sepração. Porque apesar de o “vazio” ser visto e sentido eu definitivamente preferi ele, do que o “sempre”. Eu-Sempre-Você. Sempre é muito tempo, sempre nos distanciaria demais e eu nunca o consegui suportar. Nunca consegui, porque nunca quis suportá-lo, concretizá-lo. Não quero que você saiba que vezenquando (Eufemismo me ajudando, como de costume) eu te cuido de longe, te cuido daqui. É assim mesmo “quero ver você maior, meu bem pra que minha vida siga adiante”. Estou escrevendo porque não quero que você saiba que eu (ainda) te amo.

Amanda Cohen

“Não era nada com você. Ou quase nada. Estou tão desintegrado. Atravessei o resto da noite encarando minha desintegração. Joguei sobre você tantos medos, tanta coisa travada, tanto medo de rejeição, tanta dor. Difícil explicar. Muitas coisas duras por dentro. Farpas. Uma pressa, uma urgência.E uma compulsão horrível de quebrar imediatamente qualquer relação bonita que mal comece a acontecer. Destruir antes que cresça. Com requintes, com sofreguidão, com textos que me vêm prontos e faces que se sobrepõem às outras. Para que não me firam, minto. E tomo a providência cuidadosa de eu mesmo me ferir, sem prestar atenção se estou ferindo o outro também. Não queria fazer mal a você. Não queria que você chorasse. Não queria cobrar absolutamente nada. Por que o Zen de repente escapa e se transforma em Sem? Sem que se consiga controlar.” “Fiz fantasias. No meu demente exercício para pisar no real, finjo que não fantasio. E fantasio, fantasio. Até o último momento esperei que você me chamasse pelo telefone. Que você fosse ao aeroporto. Casablanca, última cena. Pedro Paulo me dizendo no ouvido ‘nunca vi essas luz nos seus olhos’ “.”Quando pergunto você-compreende-tudo-isso não estou subestimando você. Ah, Deus, perdoe. Não sinto agressividade nenhuma em relação a você. E gosto das tuas histórias. E gosto da tua pessoa. Dá um certo trabalho decodificar todas as emoções contraditórias, confusas, soma-las, diminui-las e tirar essa síntese numa palavra só, esta: gosto.” caio

“Não era nada com você. Ou quase nada. Estou tão desintegrado. Atravessei o resto da noite encarando minha desintegração. Joguei sobre você tantos medos, tanta coisa travada, tanto medo de rejeição, tanta dor. Difícil explicar. Muitas coisas duras por dentro. Farpas. Uma pressa, uma urgência.E uma compulsão horrível de quebrar imediatamente qualquer relação bonita que mal comece a acontecer. Destruir antes que cresça. Com requintes, com sofreguidão, com textos que me vêm prontos e faces que se sobrepõem às outras. Para que não me firam, minto. E tomo a providência cuidadosa de eu mesmo me ferir, sem prestar atenção se estou ferindo o outro também. Não queria fazer mal a você. Não queria que você chorasse. Não queria cobrar absolutamente nada. Por que o Zen de repente escapa e se transforma em Sem? Sem que se consiga controlar.” “Fiz fantasias. No meu demente exercício para pisar no real, finjo que não fantasio. E fantasio, fantasio. Até o último momento esperei que você me chamasse pelo telefone. Que você fosse ao aeroporto. Casablanca, última cena. Pedro Paulo me dizendo no ouvido ‘nunca vi essas luz nos seus olhos’ “.”Quando pergunto você-compreende-tudo-isso não estou subestimando você. Ah, Deus, perdoe. Não sinto agressividade nenhuma em relação a você. E gosto das tuas histórias. E gosto da tua pessoa. Dá um certo trabalho decodificar todas as emoções contraditórias, confusas, soma-las, diminui-las e tirar essa síntese numa palavra só, esta: gosto.”

caio

“Mas - sei, sabes, sabemos as uvas talvez custem demais a amadurecer. E quase não temos tempo. “

“Mas - sei, sabes, sabemos as uvas talvez custem demais a amadurecer. E quase não temos tempo. “